Confissão de um terrorista!
Mahmoud Darwich
Ocuparam minha pátria
Expulsaram meu povo
Anularam minha identidade
E me chamaram de terrorista
Confiscaram minha propriedade
Arrancaram meu pomar
Demoliram minha casa
E me chamaram de terrorista
Legislaram leis fascistas
Praticaram odiada apartheid
Destruíram, dividiram, humilharam
E me chamaram de terrorista
Assassinaram minhas alegrias,
Seqüestraram minhas esperanças,
Algemaram meus sonhos,
Quando recusei todas as barbáries
Eles... mataram um terrorista!
________________________________________
Chamada da Tumba
Mahmoud Darwich
A Sociedade Sufista Muçulmana de São Paulo, tem como finalidade divulgar o islamismo de uma maneira clara e objetiva. Na época atual nunca foi tão urgente levar esta mensagem milenar as pessoas,trazendo o islam para um cenario totalmente moderno, onde se encontra seu verdadeiro desafio. Traremos também atenção as praticas sufistas e seus beneficios para acalmar corações, fazendo nos aproximar de Deus.Este é nosso objetivo,e que Deus abençoe nossos esforços. Contato:ricardoahmad7@gmail.com
segunda-feira, 28 de maio de 2012
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Os Seis Kalimas do Islã
• O 1 º KALIMA
[Kalima Tayyibah, ou seja, a Palavra de Pureza]
»La ilaha illallah, Muhammad RasulAllah
Significado: Não há Deus senão Alá, e Maomé, a paz e bênçãos de Deus estejam sobre ele, é o mensageiro de Allah.
• O 2 º KALIMA
[Kalima Shahada, ou seja, a palavra de testemunho]
»Ash-Hadu Allahu ilaha illallah wah-la Dahu Shareeka lahu, wa ash-Hadu anna Muhammadan abduhu wa Rasuluhu
Significado: Eu testemunho que não é digno de culto, mas Deus, o Único sozinho, sem parceiro, e eu testemunho que Muhammad, paz e bênçãos de Deus estejam sobre ele, é o Seu servo e Mensageiro.
• O 3 º KALIMA
[Kalima Tamjeed, ou seja, a Palavra de Glorificação]
»Subhanallahi walhamdulillahi wa la ilaha illallahu wallahu akbar, wa la howla wa la quwwata illah billahil alliyil azeem
Significado: Glória a Deus, e todos os louvores a Alá, e não há ninguém digno de adoração, mas Deus, e Deus é o Maior, e não há força e poder, exceto de Deus, o Altíssimo, o Grande.
• O 4 º KALIMA
[Kalima Tawheed, ou seja, a Palavra da Unicidade de Deus]
»La ilaha illallahu wah-la Dahu Shareeka lahu Lahul mulku wa wa Lahul hamdu yuhyi yumeetu biyadihil Khayr, wa huwa ala Kulli shay'in Qadeer
Significado: Não há ninguém digno de adoração, mas Deus que está sozinho (e) Ele não tem parceiro, Seu é o Reino e para ele é todo o louvor, Ele dá a vida ea morte, na Sua mão é tudo de bom e Ele tem poder sobre tudo.
• O 5 º KALIMA
[Kalima Astaghfar, o que significa a palavra do Arrependimento]
»Astaghfirullah rabino min kullay zambin aznabtuhu Amadan aw aw khat'an sirran ala niyyataw-wa atuubu ilayhi minaz-zambil Lazee a'lamu wa minaz zambil Lazee la a'lamu innaka anta allamul ghuyuubi wa wa sattaarul uyubi ghaffaruz-zunuubi wala wala hawla quwwata illa billahil aliyil azeem.
Significado: eu buscar o perdão de Deus, meu Senhor, de todos os pecados que cometi consciente ou inconscientemente, secreta ou abertamente, e eu voltar para ele do pecado que eu sei e do pecado que eu não sei. Certamente você, você (são) o Conhecedor das coisas ocultas e o corretivo (de) os erros e Indulgente (de) pecados. E (não há) nenhum poder e nenhuma força com exceção de Deus, o Altíssimo, o Maior.
• O KALIMA 6 TH
[Kalima-Kufr Radde, o que significa a Palavra de Refutando incredulidade]
»Allahumma Inni a'uzu Bika min um ushrika Bika shay'a-wa wa ana a'lamu Bihi astaghfiruka lima la a'lamu Bihi tubtu anhu wa tabarra'tu minal Kufri lavagem shirki wal wal-kizbi ma'aasi kulliha assalamtu wa amantu-wa-akulu la ilaha illallah, Muhammad RasulAllah
Significado: Ó Deus! Eu buscar proteção em você de que eu não deveria participar de qualquer parceiro com você conscientemente, peço o seu perdão que eu não sei, eu me arrependo dela (ignorância), eu me livrar de descrença e parceiros juntam com você e de tudo pecados. Eu submeto a Vossa vontade, eu acredito e eu declaro: não há ninguém merecedor de adoração além de Allah e Muhammad, paz e bênçãos de Deus estejam sobre ele, é o Mensageiro de Deus.
terça-feira, 8 de maio de 2012
Al - Mahdi
Pesquisas Sobre o Aparecimento do Imám "Al-Mahdi" do Ponto de VistaGeral – Os não-Xiitas –
Conforme apontamos nas pesquisas sobre a Profecia e o Imamato, de
acordo com a orientação geral, corrente em todos os tipos de seres
vivos, existe um determinado gênero humano, que foi preparado e
privilegiado com firmeza pela necessária prudência, ou seja, a força
da Revelação e da Profecia, que conduz à perfeição e à felicidade,
não fossem estas duas questões possíveis ao alcance do homem, em se
considerando a sua vida uma existência societária, caso contrário,
não haveria absolutamente razão de existirem.
Em outros termos, os seres humanos, desde que surgiram na face da
Terrá, sempre visavam uma vida social ligada com a felicidade,
vivendo pelo objetivo de chegar a esta etapa... e não fosse a
realização desses anelos, o homem se privaria de esperança... é o
mesmo que, quando existir o alimento não existiria fome... e se não
houvesse água, existiria sede... e se não houvesse sexo não haveria
procriação.
Por isso e por força dessas necessidades, o futuro da humanidade
trará um dia em que a paz pairará sobre o mundo e todos viverão com
amor, fraternidade e sinceridade na perfeição da humanidade.
A concretização disso está nas mãos do próprio homem, e o Líder-
Dirigente do mecanismo e, conforme a História, ele será "Al-Mahdi" –
Que Deus apresse o seu retorno!
Em todas as religiões diversificadas do mundo, tais como a
Idolatria, o Judaísmo, o Cristianismo, o Zoroastrianismo e o Islam,
anunciam a vinda de um Salvador para a humanidade, embora em cada
doutrina, ele tem características diferentes... e no caso do Islam,
o Profeta Mohammad (saws) afirmou:
- "Al-Mahdi é de minha descendência e será ele".
O Islã No Brasil
O Islam no Brasil tinha em 2000 aproximadamente 27.239 seguidores, segundo o censo daquele ano, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No censo, o IBGE não isolava o Islam e colocou os muçulmanos na categoria de “outras religiões”, um grupo que oficialmente coberto quase 51.000 brasileiros.
No entanto, algumas instituições islâmicas no Brasilc já consideraram naquele então que número de muçulmanos na verdade era muito mais elevado. A Federação Islâmica Brasileira argumenta que já há cerca de 1,5 milhões de muçulmanos no Brasil e estima-se que há 50 mesquitas e 80 centros islâmicos espalhados em todo o país.
Há referências à presença de muçulmanos no Brasil desde a expedição de Pedro Álvares Cabral chegou ao Brasil em 1500, trazendo do marinheiros de origem árabe. Posteriormente, o tráfico de escravos trouxe um grande número de muçulmanos negros, capturados na África. Esses muçulmanos organizaram a primeira rebelião de libertação, mesmo estando longe de suas origens e sem a possibilidade de exercer plenamente sua religião, e apesar da severa repressão que ocorreu no século XIX.
Muitos de seus descendentes, entretanto, perderam a sua religião. No ano de 2005 entretanto, houve entre a população negra e um certo movimento de retorno ao Islam, um grupo de convertidos do grupo étnico em São Paulo estabeleceu um centro de oração com uma direção predominantemente negra e um Sheikh de Moçambique.
Outro novo grupo de muçulmanos chegou ao Brasil de finais do século XIX e início do XX. A maioria deles eram imigrantes sírios e libaneses que se estabeleceram no país durante a Primeira Guerra Mundial, pouco antes da dissolução do Império Otomano. Esses imigrantes fundaram em 1927 na cidade de São Paulo, a Sociedade de Bem-Estar Palestina muçulmana. Em 1929, com a chegada de grandes grupos de sírios e libaneses, o nome da entidade foi alterado para Sociedade do Bem-Estar muçulmano.
Mais tarde, o Brasil continuou a receber um número significativo de refugiados palestinos, libaneses, sírios e iraquianos como resultado do conflito israelo-palestino, a guerra do Líbano de 1982 e do recente conflito no Iraque.
Mais tarde, o Brasil continuou a receber um número significativo de refugiados palestinos, libaneses, sírios e iraquianos como resultado do conflito israelo-palestino, a guerra do Líbano de 1982 e do recente conflito no Iraque.
O número de brasileiros convertidos é relativamente pequeno no contexto da comunidade islâmica. No entanto, nos últimos anos o número de brasileiros que se converteram ao Islam cresceu 25%, devido principalmente ao trabalho de Dawa e a existência de informações confiáveis sobre o Islam disponível na Internet. Outro fator que tem influenciado este fato é a publicação de traduções para o Português do Alcorão Sagrado, a última das quais data de 2005.
Em relação à distribuição geográfica, a maioria dos muçulmanos vivem nos estados brasileiros de São Paulo e Paraná, mas também existem comunidades significativas no Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul.
Foz do Iguaçu, no estado do Paraná, tem a maior comunidade muçulmana no Brasil, em proporção aos seus habitantes e vários centros, como a famosa Mesquita de Omar ibn Khattab. Isto é explicado pela chegada de muitos imigrantes árabes pela fronteira entre o estado do Paraná e Paraguai, atraídos pela presença anterior de mesma origem e boas oportunidades de negócios e de emprego.
Em São Paulo, a maior cidade do país, existem cerca de 10 mesquitas, entre os quais se incluem a MesquitaBrasil, na Avenida do Estado (centro da cidade). Sua construção começou em 1929, que se tornou a primeira mesquita construída na América Latina. Há também templos e salas de oração, distribuídas em 10 Estados (Bahia, Pernambuco, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina) e o Distrito Federal .
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Um contorno curto da vida de Rumi
Sua vida religiosa
Embora Rumi já havia conseguido a posição de seu pai como professor, quando o grande estudioso e Burhaneddin Sufi al-Tirmidhi chegou em Konya, Rumi estudou com ele e dedicou-se ao seu serviço durante nove anos. Esta formação incidiu sobre o amor divino, a adoração, a austeridade ea abstinência, a piedade, a consciência de Deus, humildade e tolerância, que são os fundamentos do Sufismo. Rumi passava os dias na maior parte orando e servindo as pessoas que vieram visitar o centro deSufi, preparava a comida para eles, coletava lenha para cozinhar e para o aquecimento, e limpeza dos sanitários e banheiros usados pelos visitantes. Assim, ele aprendeu o mérito de servir as pessoas e sabia que as pessoas que servem, em última análise é servir a Deus. Seguindo o conselho do Burhaneddin Rumi completou a sua formação acadêmica em Aleppo, dominando também as ciências clássicas do islamismo, incluindo jurisprudência (fiqh), comentário sobre o Alcorão (tafsir), tradição (hadith) ea epistemologia (usul). Havia, portanto, um número de figuras significativas no desenvolvimento espiritual de Rumi. Além de seu pai e Burhaneddin, ele conheceu muitos grandes filósofos e estudiosos da época, incluindo o famoso Ibn Arabi em Aleppo e Damasco, e outros em Konya, sob o patrocínio do Tribunal Seljuk. Ele adquiriu, assim, tanto às ciências interiores e exteriores em dezesseis anos.
O mais famoso e, provavelmente, a relação mais frutífera em seu desenvolvimento estava com Shems-i Tebriz, a quem ele conheceu em Konya por sugestão do Ruknuddin Zarqubi. Os historiadores modernos podem argumentar sobre quem influenciou quem, em sua longa associação, mas isso não é rentável. O que sabemos é que para um determinado período de tempo, dois espíritos hábeis e aguda vieram juntos, e por compartilhar as graças divinas e presentes que receberam de seu Senhor, que atingiram picos mais que não seria capaz de chegar facilmente por conta própria. Até hoje o lugar onde os dois se conheceram em Konya é conhecido como Marc'al Bahreyn, o ponto de encontro dos dois oceanos. Através da sua cooperação espiritual, que iluminou os de sua idade, e também influenciaram todos os séculos que se seguiram.
Após a saída de Shams, Rumi continuou a compor suas obras e desenvolver os princípios que seriam seguidos pela ordem constituída e nomeada em sua homenagem após sua morte. Ele começou a viver em isolamento e abstinência praticando ascetas em série de três períodos de quarenta dias, comendo pouco, falar pouco e dormindo pouco eram componentes essenciais desta disciplina.
Seu lugar na tradição islâmica
Poesia de Rumi e os escritos em prosa têm um conteúdo espiritual que é a língua universal da alma humana.Eles falam da jornada espiritual de ascensão do homem através da mente e amor à perfeição. Suas obras foram gravadas, recolhidos e compilados durante a sua vida e após sua morte por seu filho, seus amigos e seus alunos, particularmente o seu bem-amado discípulo Husameddin Chelebi.
O Mathnawi
Logo após seus Shems amigo espiritual apareceu em sua vida, Rumi começou a sua obra maravilhosa, O Masnawi, composta de vinte e cinco mil versos. Escrito em versos e coletados em seis grandes volumes O Masnawi expressa amor ardente de Rumi, o espírito refinado, inteligência fina e misticismo através da forma de histórias interligadas.
Divan-i Kebir
Também conhecida como Divan-i-i Shems Tebriz (os poemas recolhidos de Shems de Tebriz), porque usou o nome de Rumi seu amigo como um pseudônimo, e composto de mais de 40 mil dísticos, este é um trabalho monumental de lirismo divino. O conjunto é estudado em profundidade em países muçulmanos e passagens selecionadas têm sido amplamente traduzidos e lidos em todo o mundo durante séculos.
Fihi ma Fihi
Fihi ma Fihi (It Is What It Is), escrito em prosa, é uma coleção de discursos e discussões espirituais dadas em reuniões com seus alunos. Novamente usando histórias e exemplos que abrange temas como a visão mística da vida e da morte, as fases de iniciação na vida mística, a relação entre o mestre eo iniciado, fé, amor, conduta, ética e adoração.
Sua importância de continuar
Rumi era um muçulmano devoto e sua doutrina de paz e tolerância apelou aos homens e mulheres de todas as seitas e credos, e continua a atrair seguidores de todas as partes do mundo muçulmano e não-muçulmanos.Como professora e um místico, sua doutrina defende a tolerância, o raciocínio, a bondade, caridade e consciência através do amor, olhando com o mesmo olho nos muçulmanos, judeus, cristãos e outros afins.
Vem, vem, vem novamente,
Quem quer que seja,
Venha novamente, mesmo que
Você pode ser um adorador pagão ou incêndio,
Nosso lar não é o limiar do desespero.
Venha novamente, mesmo se você pode ter
Violados seus votos de uma centena de vezes,
Vem de novo ...
Sufismo e Dervishes
A origem e raízes da Sufismo na vida e as práticas do Profeta do Islã e do Alcorão. Sufismo defende uma interpretação bem fundamentada e profunda do Islã, que se concentra no amor, tolerância, adoração a Deus, desenvolvimento comunitário e desenvolvimento pessoal através do auto-disciplina e responsabilidade. Um Sufi do modo de vida é amar e estar a serviço de pessoas, abandonando o ego ou falsa e toda a ilusão para que se possa atingir a maturidade e perfeição, e, finalmente, chegar a Deus, o verdadeiro, real a.
Através do programa dervixes rodopiantes esperamos trazer para você uma dica de uma das formas notáveis de sua realização: a maneira de Rumi, o grande místico e poeta muçulmano.
A Ordem dos dervixes dançantes é um ramo da vasta tradição sufi do Islã. Os valores universais de amor e serviço compartilhado por todos os sufis são muito relevantes para as realidades sociais e políticos de hoje, e este ritual, que só é realizado pela Ordem dos dervixes dançantes, passou a simbolizar estes valores nos corações e mentes de milhões de pessoas em todo o mundo.
O significado fundamental da Sema
O RITUAL SEMA começou com a inspiração de Mevlana Jalâluddîn Rumi (1207-1273) e foi influenciado por costumes turcos e cultura.
É cientificamente reconhecido que a condição fundamental da nossa existência é a girar. Não há um ser ou objeto que não gira, porque todos os seres são constituídos por elétrons em órbita, prótons e nêutrons em átomos. Tudo gira, e o ser humano vive por meio da revolução dessas partículas, pela revolução do sangue em seu corpo, e pela revolução das fases da sua vida, com a sua vinda da terra e seu retorno a ele.
No entanto, todas estas revoluções são naturais e inconsciente. Mas o ser humano possui uma mente e uma inteligência que o distingue dos outros seres. Assim, o dervixe rodopiante ou semazen, intencional e conscientemente participa na revolução compartilhado de outros seres.
Contrariamente à crença popular, o objetivo do semazen não é para perder a consciência ou cair em um estado de êxtase. Em vez disso, por que gira em harmonia com todas as coisas na natureza - com as células menores e com as estrelas do firmamento - a semazen atesta a existência e da majestade do Criador, pensa nele, dá graças a Ele, e ora Dele. Ao fazê-lo, o semazen confirma as palavras do Alcorão (64:1): O que está nos céus ou na terra invoca Deus.
Uma característica importante deste ritual de sete séculos de idade é que ela une os três componentes fundamentais da natureza humana: a mente (como conhecimento e pensamento), o coração (através da expressão de sentimentos, poesia e música) eo corpo (por ativando vida, pela manobra). Esses três elementos são completamente juntou tanto na teoria quanto na prática, como talvez em nenhum outro ritual ou sistema de pensamento.
A cerimônia Sema representa jornada espiritual do ser humano, uma subida por meio de inteligência e amor à perfeição (Kemal). Voltando-se para a verdade, ele cresce através do amor, transcende o ego, encontra a verdade, e chega à perfeição. Em seguida, ele retorna a partir desta jornada espiritual como aquele que atingiu a maturidade e conclusão, capaz de amar e servir a toda a criação e todas as criaturas sem discriminação no que diz respeito à crença, raça, classe ou.
No simbolismo do ritual Sema, chapéu camelo a semazen de o cabelo (sikke) representa a lápide do ego; sua saia larga, branca representa a saia do ego. Ao retirar seu manto negro, ele renasce espiritualmente para a verdade. No início da Sema, mantendo os braços em cruz, o semazen aparece para representar o número um, assim demonstrando a unidade de Deus. Ao girar, seus braços estão abertos: seu braço direito é dirigido para o céu, pronto para receber beneficência de Deus, sua mão esquerda, sobre a qual seus olhos estão presos, está voltado para a terra. O semazen transmite dom espiritual de Deus para aqueles que estão testemunhando o Sema. Revolvendo da direita para a esquerda em torno do coração, o semazen abraça toda a humanidade com amor. O ser humano foi criado com amor para amar. Mevlâna Jalâluddîn Rumi diz: "Todos os amores são uma ponte para o amor divino. No entanto, aqueles que não tiveram um gosto de não sei!"
O Mevlevi (também grafada como Mawlawi)dança ritual ou sema consiste em várias etapas com diferentes significados:
A primeira etapa, Naat-i Sherif, é um elogio ao Mensageiro do Islam e os Profetas todos antes dele, que representam o amor. Para elogiá-los é reconhecer e louvar a Deus Todo-Poderoso que criou e enviou-os para a humanidade como uma misericórdia. Este elogio é seguido por uma batida (no kudum)simbolizando a ordem divina 'Be' para a criação de todo o universo.
O xerife Naat-i é seguido por um Taksim,uma improvisação na flauta ou ney. Isso expressa o sopro divino, que dá vida a tudo.
Depois segue-se o Sultão Veled procissão ouDevr-i Veled, acompanhado por música peshrev,esta é uma circular, procissão, anti-horário três vezes em torno do espaço de viragem. As saudações dosemazen, ou dervixes rodopiantes, durante a procissão representam os três estágios de conhecimento: ilm al-Yaqin (conhecimento recebido, ganhou de outras pessoas ou por meio de estudo), ayn-al Yaqin(sabendo por ver ou observar por si mesmo) e haqq-al Yakin (conhecimento adquirido através da experiência direta, gnose).
O Primeiro Selam representa o nascimento do ser humano com a verdade através do sentimento e da mente. Ele representa a sua total aceitação de sua condição de criatura criada por Deus.
A Selam segundo expressa o êxtase do ser humano testemunhar o esplendor da criação, em face da grandeza de Deus e onipotência.
O Terceiro Selam é o arrebatamento de dissolver-se em amor eo sacrifício da mente para o amor.É a completa submissão, unidade, e da aniquilação do self no Amado. Este é o estado que é conhecido como nirvana no Budismo e fillah fana no Islã. A próxima etapa na crença islâmica é o estado de servidão representada pelo Profeta, que é chamado de servo de Deus acima de tudo e, posteriormente, sua 'Messenger'. O objetivo da Sema não é êxtase descontrolada e perda de consciência, mas a realização de submissão a Deus.
No Quarto Selam, assim como o Profeta ascende ao trono espiritual de Deus e, em seguida, retorna à sua tarefa na Terra, o dervixe rodopiante, após a ascensão de sua jornada espiritual, retorna à sua tarefa, a sua servidão. Ele é um servo de Deus, de seus livros, de Seus profetas, de toda a sua criação.
Isto é seguido por uma recitação do Alcorão, Sura (capítulo) Maria sobre o nascimento milagre de Jesus e sua missão.
No final, pela saudação, o dervixe demonstra novamente o número '1 'na sua aparência, braços humilde e conscientemente cruzado, e, por isso, a unidade de Deus.
A cerimónia termina com uma oração pela paz das almas de todos os profetas e crentes.
Após a conclusão da Sema, todos os dervixes se aposentar silenciosamente para seus quartos para a meditação e lembrança mais de Deus.
NOTA IMPORTANTE: Sema é um ato espiritual, então por favor não aplaudir enquanto assistia. Você pode gentilmente fazer isso, se quiser, depois que os dervixes terem deixado o palco
quinta-feira, 3 de maio de 2012
A ESPANHA ISLÂMICA - CONVERSANDO COM A HISTÓRIA
Nós brasileiros e latino americanos temos muito mais coisas em comum com os árabes do que as escolas ensinam. Esse fato em minha opinião está ligado diretamente ao europecêntrismo e principalmente o etnocentrismo vigente no continente europeu e latino americano, onde tudo que não fosse ocidental e particularmente europeu era considerado não civilizado, bárbaro, não digno de atenção, e isso aconteceu especialmente na elaboração dos manuais didáticos e historiografia ocidental até meados do século XX (e esse fato é passível de observação). É só a partir desse (segunda metade do século XX) período que o Oriente e suas realizações despertaram interesse e produções historiográficas entre nós.
Quando investigamos com atenção a História da Península Ibérica podemos perceber o quanto temos de hábitos, costumes, alimentação, comportamento que herdamos de povos tidos como “exóticos”, em nossa formação étnica e cultural, não só pelo domínio islâmico na Península Ibérica por oitocentos anos, ( a partir do século VIII), como voltando mais no tempo, pela presença de comerciantes fenícios, e a presença duradoura dos cartagineses (africanos do Norte do continente), na Espanha na época do nascente imperialismo romano.
Como os povos islâmicos penetraram, conquistaram e permaneceram tanto tempo na “Hispania” visigoda e romana? As pesquisas indicam que o caos reinante na região durante o governo de Vitiza rei dos visigodos (702-710), foi um fator determinante para a entrada dos muçulmanos na Península Ibérica.
Vitiza, filho de Égica, foi nomeado governador da Gallaecia, enquanto Égica governava o reino dos Godos. Vitiza é retratado na obra “Primera Crônica General de Espana” dorei Alfonso VII, como um homem luxurioso, que obrigou os clérigos a tomarem várias mulheres e que não tinha respeito pela Igreja. A idéia é de que a invasão moura seria em castigo de Deus pelos pecados do povo e especialmente dos reis: “Dios fiere et castiga a los sus fijos peccadores por algum tempo, mas la cristandad se levantará”. “Mas onrados eram os iudios que las eglesias”.
Após a morte de Vitiza a escolha de seu sucessor não foi consensual (algumas monarquias visigodas faziam a sucessão ao trono por aclamação, geralmente de descendentes dos reis falecidos). Os motivos da ascenção ao trono do herdeiro do rei Vitiza não ter sido consensual está ligado a uma lenda. De acordo com ela, na corte de Vitiza morava o duque de Fafila, sua mulher e o filho do casal, Pelaio ou Pelagio. O rei Vitiza querendo possuir a esposa do duque, assassinou-o para se apropriar dela. Pelagio fugiu para a Bretanha para escapar de Vitiza.
Com de sua morte, seu filho mais velho quer era o herdeiro presuntivo do trono sofre a oposição da maior parte da nobreza espanhola, que aclama outro nobre para tornar-se rei, este era o Duque Rodrigo também conhecido pela crônica da época como Roderico.
Partidários do clã Vitiza juram vingança, e a pretexto de apoiar outro candidato (Áquila) solicitam ajuda aos mouros de Marrocos para engrossar suas fileiras numa guerra contra os partidários de Rodrigo, enviando para tanto, mensageiros que apontariam os pontos fracos da Espanha por onde poderiam entrar no país.
Boa parte do Norte da África era habitada por Berberes e tribos do Sudão que já estavam sob o domínio do nascente império islâmico. Outro fator interessante é que a maioria dos povos do norte da África já conhecia um pouco da Península Ibérica, sendo que alguns transitavam livremente para dentro e fora das suas fronteiras devido a intenso contato comercial, e em boa parte esses comerciantes já eram islamizados.
O domínio muçulmano na Península Ibérica representa o fracasso das instituições políticas locais. Outro fator pode ter sido a apatia ou submissão da maioria dos hispânicos das classes mais baixas, acostumados há quase um milênio com a presença de forasteiros em sua terra.
A conquista árabe/berbere foi comandada pelo general berbere Tariq e foi relativamente fácil, ele fundaria a cidade de Algeciras, cidade costeira entre sul da Espanha e África do Norte. A reação dos partidários de Rodrigo foi resistir atacando a expedição muçulmana, foram derrotados na batalha de Guadalete. Os Vitizas abrem as portas da Espanha para Tariq. Outro comandante muçulmano Musa Ibn Nusair e mais 18.000 dos melhores guerreiros árabes também entram na Espanha e Sevilha cai. Os seguidores de Rodrigo vão para Mérida, que também é dominada em 713.
Outro fator importante na conquista é que os exércitos muçulmanos tinham um estilo rápido e flexível de lutar tornando difícil para visigóticos enfrentarem e vencerem-nos, suas armas eram muito pesadas, (diferente da dos berberes, que tinham roupas e armamentos leves, e usavam armaduras, espadas e escudos de metal pesado o que dificultava sua locomoção), facilitando a conquista dos invasores.
Em 714, os islâmicos se dedicarão a dominar a região Nordeste da Península. Acredita-se que Rodrigo teria morrido em Segoyuela em 714. Córdoba foi tomada, e os adeptos de Rodrigo que continuaram a resistir foram derrotados em Toledo.
A aristocracia que resistira à invasão resta morta, e Saragoça é conquistada tornando-se tributária. Os muçulmanos marcham em direção oeste e centro antes de retornar para o sul. Conquistam todo o Sul da Península em três anos tendo sido pequeno o esforço para ocupar a península. Tomaram apenas as principais fortalezas do sul, centro e nordeste, antigos centros da civilização romana. O bairro dos Suevos, Portucale (atual Portugal) foi rendido e torna-se tributário, mas não foi ocupado. O clã Vitiza cliente dos muçulmanos, declaram sua luta uma causa legitimista proporcionando à 1ª geração da ocupação mais de três mil imóveis doados pelos conquistadores.
Somente o saque e jihad preocupavam os muçulmanos que não avançaram o domínio islâmico na Espanha, além do centro. E o Norte, região montanhosa e de difícil acesso para quem desconhecia a região, foi abandonado, proporcionando ali o inicio de uma resistência ibérica ao domínio islâmico que duraria perto de oito séculos. Uma das primeiras lutas contra o invasor é liderado por Pelagio (de acordo com as lendas), praticando lutas de guerrilha, sem nunca enfrentar os invasores diretamente.
A retomada cristã dos territórios perdidos para os muçulmanos começa logo após sua perda, com a expansão do reino de Astúrias entre 739 e 772. Foram batalhas não podiam ser caracterizadas como guerra de reconquista pois não tinham a intenção de conquista definitiva, pois não viam condições para tal, mesmo a Igreja garantindo o perdão dos pecados (como acontecerá nos séculos XII e XIII), para os que se engajassem nas lutas contra os invasores.
Nesse período ocorre a Batalha de Covadonga, que representa o início da Reconquista cristã da Espanha em 718. Dos rochedos Pelágio chama guerreiros com trombeta e a luta se dá junto ao Monte Auseba, região montanhosa e de difícil acesso para quem não conhece bem a região, favorecendo as estratégias de Pelágio que ainda usa a desorganização muçulmana para obter vantagens nas lutas, o que de fato se verificou. Dizima africanos e godos. Pouco se sabe sobre ele, as pequenas crônicas do século IX e X o relacionam com reis visigodos. Para a Historiografia moderna ele seria um servo que se impôs na crise que seguiu a queda da monarquia e era nativo das Astúrias. Mas a Reconquista definitiva ainda iria esperar varios séculos para se efetivar.
Muçulmanos foram tolerantes com cristãos e judeus (estes últimos) conhecidos como “povo do livro”. Percebe-se da parte dos invasores pouca antipatia racial, os Berberes inclusive, pouco diferiam na aparência do povo latino e alguns destes ainda não eram totalmente assimilados ao Islã. O que move os Muçulmanos é a avidez por terra e saque, seu alvo preferencial é a aristocracia visigótica que resistia.
Para a maioria da população, citadina e camponesa a conquista muçulmana é vista mais como uma libertação, pois os muçulmanos eram mais tolerantes com os povos humildes do que nobreza visigótica. Aos conquistados os islâmicos prometiam livre prática religiosa, maior justiça social e econômica. Os direitos de pequenos produtores seriam respeitados. Aos que não se convertessem e decidissem permanecer cristãos, seria cobrado um pequeno tributo. As extorsões dos muçulmanos não eram maiores do que as dos visigodos. Em certas regiões verifica-se tal congraçamento que cristãos compartilham igrejas com islâmicos. Passado certo tempo muitos aceitam a conversão ao islamismo tanto no sul como no leste. A aristocracia visigótica colaboracionista abraça religião muçulmana, e passam (de acordo com as crônicas do período) a praticar a poligamia e o concubinato legal, prática aceita e regulamentada no islamismo.
Parte do setor escravizado do campesinato que aceitou o Islã foi libertado de sua servidão (de acordo com o Alcorão, nenhum muçulmano pode ser escravizado). As pessoas comuns não viam um abismo religioso entre o Cristianismo e Islã. Viram-no como uma simplificação.
Os judeus formavam de 2 a 3% da população na Península, e também colaboraram com muçulmanos. Os Judeus possuíam riqueza sob os visigodos, mas estavam permanentemente sujeitos à perseguições. Com o domínio muçulmano adquirem maior liberdade e segurança. Cidades importantes foram dadas a eles para as governarem temporariamente. Por três séculos percebe-se grande influência judaica no setor financeiro e cultural, ao Sul e Sudeste. Suas habilidades lingüísticas os transformam em mediadores nos setores populacionais muçulmanos e cristãos. Os árabes, minoria entre berberes obtêm privilégios, e desde o início e formam uma camada elitizada dentro da Espanha muçulmana, são os neo-aristocratas, que citadinos, expandem influência do Islã na Espanha.
Os guerreiros berberes, maioria esmagadora dos conquistadores são prejudicados em seus direitos após a conquista (fato que anos mais tarde provocará revoltas difíceis de serem pacificadas), são desviados para planaltos menos produtivos, de difícil acesso. Muitos foram assentados em territórios tomados ou abandonados pelos Visigodos.
A construção da “Hispânia” muçulmana demorou quase dois séculos para ser efetivada. Combinam novos territórios com um sistema administrativo bem ordenado, mas não pacifico. Os clãs árabes formam o núcleo da nova oligarquia. Por quatro décadas 715-755, existiram cerca de vinte governadores diferentes, muitos deles assassinados. O alto do império islâmico, Damasco muito preocupado com a manutenção de domínio tão distante.
Glossário, Você Sabe o Que Significa...
Significado de palavras e identificação de nomes próprios usados no islamismo.
Abaya: espécie de casaco, manta de lã.
Abdála: pai de Mohammad.
Abu Bakr: primeiro califa e sucessor Mohammad, foi eleito pelos sunitas, era o sogro de Mohammad.
Aiatolá: No Irã, é o título utilizado pela maior autoridade religiosa no islamismo.
Akhirah: Crença na vida após a morte, parte importante da fé islâmica
Alá /Alah: Palavra que significa "Deus" em árabe (não é o nome de um deus diferente dos outros. É o mesmo que GOD em inglês, JEOVÁ em hebraico...)
Al-Baqee: principal cemitério em Medina.
Alcorão: Livro sagrado dos mulçumanos, o mesmo que "O Corão" em português.
Ali ikn Ai Talib: primo e genro do profeta, quarto califa; caso-se com Fátima, filha do profeta Mohammad.
Al-Idhtebaa: colocar a metade superior da vestimenta (rida') sob o braço direito e a parte final sobre o ombro esquerdo durante o Tawaf.
Al-Ikhlas: capítulo 112 do Alcorão (Pureza da Fé).
Al-Kafirun: capítulo 109, do Alcorão (Aqueles que rejeitam a Fé).
Al-Marwah: o nome do colina onde o muçulmano começa o Sa'i.
Amina: mãe de Mohammad.
Arafah: a parada mais importante durante o Hajj, localizado além do santuário de Muzdalifah.
Ar-Raml: caminhar rapidamente mas com passos pequenos durante os três primeiras voltas do Tawaf.
Ar-Ramy: apedrejar. (referente aos pilares do demõnio)
Asr: oração da tarde
As-Safaa: nome da colina onde o muçulmano termina sua última volta do Sa'i.
Azan: Convocação à oração dos muçulmanos
Bismillah: "Em nome de Deus", verso usado pelos muçulmanos para pedir a bênção divina. Aparece no início de quase todas as suratas do Corão
Burka: (burqa) Vestimenta feminina, que mantém o corpo, a face e as mãos cobertas.
Caaba / Kaaba / Ka’bah: construção simples em forma de cubo, onde se reverencia um meteorito negro, se encontra em Meca; acredita-se ser um monumento construído originalmente por Adão e depois reconstruído por Abraão. E o ponto focal das orações muçulmanas.
Califa: governante religioso e político. Em árabe significa "sucessor". Originalmente usado para os sucessores de Maomé. A partir de 1258, perdeu a importância e passou a ser usado como título político.
Caridjita: dissidente.
Cinco pilares do Islã: As obrigações que o muçulmano deve cumprir para seguir sua fé
Cinco pilares do Islã: As obrigações que o muçulmano deve cumprir para seguir sua fé
Coraix: tribo de Mohammad.
Coraixitas: relativo a Coraix, tribo de Mohammad.
Corão: O livro sagrado do Islã, com as revelações de Deus ao profeta Maomé (a expressão "O Corão" em árabe se diz "Alcorão")
Dhuhr: a oração do meio-dia.
Dhul-Hijja: o décimo segundo mês do calendário islâmico.
Din: A religião e o estilo de vida do Islã
Eid: celebração para os muçulmanos.
Eid-Al-Adha: Festa que coincide com a peregrinação anual a Meca
Eid-al-Fith: Festa celebrada no fim do mês do Ramadã, a principal da religião
Eid-al-Ghadir: Aniversário da declaração de Maomé indicando Ali como seu sucessor, comemorado apenas pelos xiitas.
Emir: Significa "comandante", título atribuído a líderes militares.
Ezaar: a parte de baixo da roupa de Ihram.
Fajr: oração da manhã.
Fard: Obrigação, algo que deve ser feito em nome da fé
Fátima: filha de Mohammad (Maomé)
Gabriel: nome do anjo que revelou as verdades de Deus à
Mohammad, seria o mesmo anjo que anunciou o nascimento de Jesus à Maria.
Gar Hirá: caverna, perto da montanha da Luz, onde Mohammad meditava.
Hadith: Um discurso, mensagem, ação ou história do profeta Maomé, relatado pelos seus contemporâneos
Hafiz: Pessoa que sabe todos os versos do Corão
Hajj / Haj: A peregrinação anual a Meca, um dos cinco pilares do Islã. O muçulmano saudável e com condições financeiras deve fazer o haj pelo menos uma vez na vida
Halal: Algo que o muçulmano pode fazer ou comer
Hamzah: um dos tios do Profeta que foi martirizado na batalha de Uhud.
Haram: Algo que o muçulmano não deve fazer ou comer (pecado)
Hasã : neto primogênito de Mohammad, filho de Ali com Fátima.
Hégira: A migração de Maomé e seus seguidores de Meca para Medina, para escapar da perseguição às suas crenças. A migração inaugura o islamismo é marca o início de seu calendário
Hijab: Traje típico islâmico usado pelas mulheres para "proteger sua modéstia", como manda o Corão. Seu tamanho varia de acordo com as tradições regionais
Husair: neto de Mohammad, filho de Ali com Fátima.
Ifraad: forma isolada de Hajj.
Iftar: Desjejum
Ihram: Estado de pureza espiritual exigido dos muçulmanos que desejam fazer a peregrinação a Meca
Imã: Professor, clérigo ou figura que lidera uma oração muçulmana. Titulo usado pelo califa líder religioso.
Imã: Professor, clérigo ou figura que lidera uma oração muçulmana. Titulo usado pelo califa líder religioso.
Imane: sucessor e líder.
Isha: oração da noite.
Islã: Conjunto dos povos de civilização islâmica, que professam o islamismo. Significado da palavra: "rendição" ou "submissão" em árabe
Islamismo: religião fundado por Maomé, também chamada por Maometismo.
Jamrah Al-Aqaba: o pilar mais próximo de Meca.
Jamrah: qualquer um dos três pilares que são apedrejados em Mina recebem esse nome.
Jihad: A luta e o esforço de um seguidor da religião para viver a fé islâmica da melhor forma possível e defender o Islã, mesmo que isso signifique o uso da força.
Ka’bah: a Casa de Allah na Sagrada Mesquita de Meca.
Khalifah: o mesmo que califa, governante político e religioso.
Madi: dinvidade guiada.
Madraçal: Escola dedicada a formar e doutrinar meninos muçulmanos
Magrib: a oração do crepúsculo.
Makkah / Meca: cidade árabe onde nasceu Mohammad
Maomé al Muntazar: último dos verdadeiros descendente de Mohammad.
Maomé: Incorreta transliteração espanhola do nome 'Mohammad', o fundador do Islamismo. Apesar do nome 'Maomé' ter sido muito difundido nos países de língua latina, o nome correto do profeta fundador do Islamismo é 'Mohammad'.
Maqam Ibrahim: os degraus de apedrejamento da estância do Profeta Abraão.
Mas’aa: o espaço entre As-Safaa e Al-Marwah.
Masha’ir: santuários cerimoniais..
Masjid: Sinônimo para mesquita
Mawlid Al-Nabi: Festa do aniversário de nascimento de Maomé
Meca: Cidade árabe sagrada do islamismo, onde Maomé nasceu e para onde retornou depois de fundar o islamismo
Medina: A segunda cidade sagrada do islamismo, para onde Maomé fugiu quando foi perseguido, se localiza a 400 quilômetros norte de Meca.
Medina: A segunda cidade sagrada do islamismo, para onde Maomé fugiu quando foi perseguido, se localiza a 400 quilômetros norte de Meca.
Mesquita: Local onde os muçulmanos fazem suas orações em conjunto
Mihrab: Nicho aberto em todas as mesquitas para apontar a direção de Meca
Mina: um vale perto de Meca que é um dos santuários cerimoniais.
Minaret: A torre da mesquita, de onde é feita a convocação para as orações
Minbar: Púlpito de uma mesquita
Mohammad: Maomé fundador do Islamismo.
Mohammad: Maomé fundador do Islamismo.
Muçulmano: Seguidor da fé islâmica, aquele que pratica o
Islam , (Islã). Em árabe "múslin"
Muezzin: O religioso que convoca os muçulmanos para as orações
Muhrim: uma pessoa em Ihram.
Múslin: a palavra "mulçumano" em árabe.
Muntazar: o esperado.
Mustatir: o líder mulçumano oculto
Mutamatti’: o peregrino que faz o Hajj Tamattu'.
Muzdalifah: um dos santuários cerimoniais do Hajj, entre Mina e Arafah.
Namira: mesquita em Mina.
Niqab: um véu que cobre o rosto e revela só os olhos.
Niyya: Declaração sincera da intenção de glorificar Deus, feita em silêncio
Omar: conselheiro do profeta, segundo califa eleito pelos sunitas.
Omídas: ricos chefes de Meca.
Otmã: genro do profeta, terceiro califa eleito pelos sunitas.
Paxá: Título de honra usado pelo Império Otomano, para designar irmãos e filhos do Sultão. Atualmente somente os turcos utilizam o termo.
Qibla: a direção para onde os muçulmanos se voltam para rezar.
Qiraan: forma acompanhada de Hajj.
Qiran: o peregrino que faz o Hajj Qiran.
Quba: uma mesquita em Medina, costumava ficar nas cercanias da cidade.
Quiblah: A direção de Meca
Qur'ãn: livro sagrado dos mulçumanos, Alcorão, Corão
Rakah: Conjunto de movimentos do ritual de orações, ou salah
Ramadã: Mês sagrado dos muçulmanos. Nono mês do calendário lunar.
Rida: a parte superior da roupa de Ihram.
Rida: a parte superior da roupa de Ihram.
Rukn Al-Yamani: o canto da Caaba virado para o Iêmen.
Sa’i: a caminhada feita entre As-Safaa and Al-Marwah.
Sadaquah: Fazer doações voluntárias para caridade
Salah: Ritual obrigatório de cinco orações por dia
Salat: oração, prece.
Salat-ul-Juma: As orações de sexta-feira, dia sagrado dos muçulmanos, nas mesquitas
Saum: Jejuar durante o dia
Shahadah: A declaração de fé ("Não há outra divindade além de Deus e Mohammad é o seu mensageiro)
Sharia: Conjunto de leis islâmicas, tratando de costumes e da vida em sociedade
Shiat Ali: partido de Ali.
Sufismo: Movimento místico dentro do islamismo
Sujud: Posição de oração em que testa, nariz, mãos, joelhos e dedos do pé devem tocar o chão.
Sultão: Significa "potência". Título usado pelos chefes de pequenos estados islâmicos.
Sunita: O principal tronco da religião, concentrando 90% dos muçulmanos
Sunnah: o caminho do Profeta.
Surata /Surah: Capítulo do Corão
Takbir: dizer "Allahu Akbar", Allah é o Maior.
Takbir: O processo de se concentrar numa oração e ignorar o que está ao redor
Takbir: O processo de se concentrar numa oração e ignorar o que está ao redor
Talbiat: a súplica feita pelo muçulmano assim que entra em Ihram e fez suas intenções.
Talibã / Taleban: Estudante. Palavra pouco usada pelos mulçumanos. Nome também da milícia que governa o Afeganistão.
Tamattu’: forma agradável de Hajj.
Tarwiyya: o oitavo dia do mês Dhul-Hijja.
Tawaf Al-lfadha: Tawaf para o Hajj.
Tawaf Al-Wadaa: Tawaf da despedida.
Tawaf: Dar sete voltas em torno da Caaba durante o haj
Uhud: o nome de um monte em Medina e local da batalha de mesmo nome.
Ulemá:Titúlo usado pelas pessoas que possuem autoridade nos textos islâmicos.
Umar: o segundo califa muçulmano e primeiro Comandante dos Crentes.
Umrah-minor Hajj: a combinação de Tawaf e Sa'i.
Uthman: o terceiro califa muçulmano e segundo Comandante dos Crentes.
Vizir: Significa "aquele que ajuda a carregar um peso". Espécie de primeiro ministro, seu cargo está entre o califa e seus súditos. Um Vizir superior era conhecido como, Grão-vizir. Estes termos eram usados pelo império Otomano.
Wudu: O ritual de lavar as mãos antes das orações diárias, ablução
Xã: Titulo antigo usado pelos persas, atual Irã, para designar o rei, chefe maior. Após a revolução iraniana o termo "Xã" foi substituído pelo termo "Aiatolá"
Xeque: Significa "ancião". É utilizado para designar pessoas com autoridade religiosa no Islamismo.
Xiita: O segundo maior grupo dentro da religião, concentrando 10% dos muçulmanos. Esse grupo acreditava que o sucessor de Mohammad deveria ser seu parente mais próximo.
Xiita: O segundo maior grupo dentro da religião, concentrando 10% dos muçulmanos. Esse grupo acreditava que o sucessor de Mohammad deveria ser seu parente mais próximo.
Zakat: Purificação. Doação anual de parte das riquezas acumuladas por um muçulmano
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